Fundação do Grupo Camélia no Col. Newton Freire de Maia - Pinhais-PR

Na manhã do dia 08 de maio de 2009, foi fundado mais um Grupo Camélia no município de Pinhais - PR. Em evento no Col Newton Freire de Maia, estiveram presentes integrantes do Grupo Camélia do Col. Ottilia Homera da Silva, acompanhados de representantes do corpo docente da escola. Após o ato de fundação, que contou com a presença da Direção da Escola, os membros da diretoria do Grupo Camélia - Newton Freire de Maia - plantaram, no jardim do Colégio, um arbusto da planta que lhes da o nome.


João Batista e Profa. Monica

Presidente - Jaqueline

Diretor Eduardo lêa Ata de fundação

alunos prestigiam

Rede Puxirão em audiência Pública na Assembléia Legislativa - PR

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Comunidade quilombola vista Jardim Botânica

Grupo Camélia com a poeta Liria Porto, de Belo Horizonte

No último dia 02 de abril, os Grupos Camélia dos Colégios Ottília e Newton Freire promoveram, conjuntamente, na E. E. Newton Freire, uma "manhã de poesia" com a poeta Líria Porto, de Belo Horizonte. Nesta estiveram presentes alunos das duas escolas. A autora, através da leitura de poemas próprios e de autores consagrados da literatura nacional, abordou o processo de produção de textos literários. Destacou a importância da leitura, da pesquisa e do domínio da linguagem como subsídios para a expressão da idéia poética. Bem como a necessidade de trabalho de elaboração do texto, resultado tanto de inspiração como de transpiração. Esta atividade veio de encontro ao trabalho das professoras da área de português da E. E. Newton Freire, que estão desenvolvendo um projeto de elaboração de um livro de poesias de autoria dos alunos da escola. Na manhã de poesia, alguns destes alunos puderam também compartilhar seus textos com os presentes, e conversar sobre eles. Contatos com a poeta:
http://www.escritorassuicidas.com.br/liria_porto.htm

http://www.germinaliteratura.com.br/lporto.htm
http://liriaporto.blogspot.com/

liriaporto@uaigiga.com.br

Alunos do Col. Ottilia participam de oficina com a poeta Liria Porto, no Col. Newlton Freire

TV Conexão Camélia entrevista Poeta Liria Porto

TV Conexão Camélia entrevista Poeta Liria Porto

Grupo Camélia no Sertão de Fortaleza - Canindé

Nos dias 18 e 19 de Março fomos conhecer a cidade de Canindé - CE. Assim que chagamos na cidade tratamos de visitar a Biblioteca Pública e lá conhecemos o chargista Jardel que nos deu as dicas de hospedagem e os pontos turisticos de Canindé. Quando lhe perguntamos sobre a história do município Jardel nos pediu que porcurássemos o Sr. Cesar ele era a pessoa indicada para nos ajudar. Bem, depois de conversar um pouco com o chargista fomos até a loja do Cesar e infelismente ele naquele momento não estava. Sua esposa, muito gentilmente, pediu que voltássemos no dia seguinte.
No outro dia fomos até o estabelecimento do Sr. Cesar, após nos apresentarmos o Cesar foi logo falando da formação do Estado de Ceará e do município de Canindé. Mas antes pedimos que autografasse o seu livro que no dia anterior haviamos adquerido. Tivemos uma aula de história como nunca. Posso afirmar.

História de Canindé


No ano de 1775, o sargento-mor português, Francisco Xavier de Medeiros, historicamente reconhecido como fundador do povoado, estabeleceu-se às margens do Rio Canindé, onde iniciou a construção da capela dedicada a São Francisco das Chagas, contando com o auxílio de habitantes locais. O terreno onde a capela já estava sendo erguida era situado em terras não demarcadas, porém, teve posse reivindicada por três irmãos fazendeiros, tendo de ser interditada por ordem judicial. Além disso, a seca dos três sete, referente ao ano de 1777, também foi razão para a interrupção das obras até 1793. Somente em 1796, a capela foi inaugurada, tendo como primeiro responsável o padre João José Vieira. Além disso, o Capitão Jerônimo Machado doou a imagem grande de São Francisco, que foi trazida de Portugal. Por essa época, já era venerada em Canindé a imagem primitiva, chamada "São Francisquinho", que ainda hoje é conduzida solenemente na tradicional procissão do dia 4 de outubro. No início do século XIX, grandes romarias e festejos em homenagem a São Francisco já eram tradicionais, impulsionando o povoado ao desenvolvimento. A tradição narra a ocorrência de episódios no mínimo curiosos, mas vistos como forma de encanto até os dias presentes. Devido à importância do culto à religião, no dia 30 de outubro de 1817, El Rei D. João VI elevou a antiga capela à categoria de igreja matriz, a qual o primeiro vigário, Padre Francisco de Paula Barros, tomou posse no ano seguinte

Nilber Santiago

Nilber Santiago
Assista a entrevista de Niber - Clique na imagem

O historiador Cesar autografando seu livro

O canindeense Jardel concede uma entrevisata a Rádio Conexão Camélia

Charge de Jardel

visita ao museu de Canindé

Basílica São Francisco - Canidé - Ceará
Graças e Fatos O restabelecimento de um dos três moços de Jaguaribe, proprietários da terra em que foi construída a Igreja de São Francisco das Chagas e salvação maravilhosa do pedreiro Antônio Maciel, quando trabalhava na construção da igreja, foram, sem dúvida, a pedra de toque donde nasceram a fé e a confiança do povo na valiosa intercessão do Padroeiro São Francisco.
Daí partiu a corrente religiosa, ungida da mais intensa fé, que dia a dia foi aumentando, engrossando e progredindo através dos tempos, até aos nossos dias.
Os casos excepcionais, portentosos e fidedignos operados pela intervenção de São Francisco das Chagas de Canindé já chegaram ao domínio tradicional como verdades inconcussas. Não só em todo o Ceará como em outros Estados, pelo menos os mais vizinhos, como Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Pará, Amazonas, onde a veneração a São Francisco é conhecida, e a freqüência de romeiros vindos de
Grutalongínquos recantos, é celebre em quase todo o Brasil. A magnificência, a suntuosidade e as riquezas do Santuário São celebrados por todos, e a imaginação popular criou em torno desse templo longínquo algo de extraordinário, abrasado pelo fogo santíssimo duma fé simples e sincera, vem recobrar a saúde alterada nas duras campanhas das existência.
Os casos que nos tem sido revelados, por milhares de pessoas, são de tal significação, que nos deixam perplexos e não entramos em discussões a respeito da autenticidade deles.
O que não padece, porém, dúvida alguma, o que é positivo e claro, é que milhares de criaturas doentes, desenganadas, cheias de ardente fé e ilimitada confiança no poder sobrenatural, têm recobrado a saúde, recorrendo à proteção de São Francisco de Canindé. Não tem contas as admiráveis curas operadas pela intercessão do glorioso Padroeiro em enfermidades de toda a sorte, defeitos, deformidades, verdadeiras chagas da natureza, perante a cura das quais a própria Ciência sente-se atônita e vacilante.
Ex-votos
Vêem-se na Casa dos Milagres, numa profusão enorme, fotografias, quadros, formas e símbolos de troncos, ventres, cabeças, pernas e braços, que impressiona e comove, onde podem ser estudadas as diversas enfermidades que minam o organismo humano.
- Uma família cearense, residente no interior do Amazonas, relata o seguinte caso extraordinário: tendo se perdido uma criança de casa um dia, em uma das umbrosas florestas daquela região, a aflição e o desespero invadiram o coração dos seus pais. Estes lançaram mão de
todos os meios a seu alcance afim de descobrir o paradeiro da criança, e, batidas as matas vizinhas durante três dias consecutivos, resignaram-se a chorar a morte da querida filha, de certo devorada por alguma fera. A desolada mãe, logo que tomou conhecimento do fato, cheia de ardente fé fez a promessa a São Francisco das Chagas, de se encontrasse a filha perdida, viria com ela a Canindé oferecer uma esmola ao Santo.
- Com indizível espanto de todos, surge como por encanto no pátio da barraca a criança perdida, ao terceiro dia depois do desaparecimento.
- Na alegria intensa em que vibrava toda a família, interrogam-na sobre o súbito aparecimento, e a criança responde-lhes que fora um padre que a trouxe até as imediações da casa. A família, logo após, pôs-se em viagem a Canindé, afim de cumprir o voto feito, certa da intercessão miraculosa de São Francisco. Ao entrar às portas da Basílica, a inocente criança, num grito de ingênua e reconhecida gratidão, indicou à sua mãe, apontando a imagem de São Francisco das Chagas: - mamãe! Foi aquele o padre que me trouxe!...

Imagem de São Francisco das Chagas

História da vida privada no Brasil ... - Pesquisa de livros do Google

História da vida privada no Brasil ... - Pesquisa de livros do Google

A PRÓXIMA GUERRA

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução. Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados. Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI. Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia... Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí: 'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'. A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares. Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO. Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa??? Acho que sim.Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP - USPOpinião pessoal: Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer. Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail.. Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMPTel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 e-mail´s:Celso@ufba.br; celso@agr.unicamp.br; celsoborges@gmail.com

Video: "Herdeiros da Luta de Porecatu" - produzido pela Frente Audiovisual do MST-PR

Parte I
http://www.youtube.com/watch?v=t0cq3_4vgK8

Parte II

http://www.youtube.com/watch?v=Be0UHMXOhiU&feature=channel_page

TRIBUNA DO ESPORTE VISITA O COL. OTTILIA

















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Profa. Marcia e o Prof. Juratan entrevistam o G. Camélia








Isabelle Alves Estreia no Teatro Lala Schneider

PARABÉNS ISABELLE TORCEMOS POR VOCÊ






TV CONEXÃO CAMÉLIA

Apresenta

MINA DE CHICO REI - OURO PRETO - 09 e 10/01/2009.

Chico Rei

Nasceu no Congo como um monarca guerreiro. Foi capturado com toda a corte por comerciantes portugueses de escravos e levado para Ouro Preto em 1740. Depois de servir cinco anos como escravo Chico comprou, sua carta de alforria. Mais tarde
comprou uma mina de ouro Foi um dos maiores
libertadores de escravos do Brasil e virou monarca em Ouro Preto, no século XVIII.



Atualmente a Mina pertence à Dona Maria Bárbara de Lima e está aberta à visitação desde 1946 com toda infra-estrutura para receber o visitante. Possui em anexo um restaurante que serve comida caseira no fogão à lenha e uma lojinha de artesanato com trabalho de artistas da região.
Breve relato sobre Chico Rei
Chico Rei foi um dos muitos africanos que chegaram em Ouro Preto na condição de escravo, para trabalhar na mineração do ouro em terras mineiras.
Veio ao Brasil como prisioneiro de guerra, juntamente com seus filhos e sua mulher. No trajeto realizado em um navio, presenciou serem lançados acorrentados ao mar sua mulher e seus filhos, por se apresentarem em condições mais frágeis perante os demais prisioneiros, restando ele e seu filho, o príncipe Muzinga.
Rei de sua tribo, Chico Rei lutou pela liberdade dos seus súditos na América, alforriando-os. Tornou-se um líder na antiga Vila Rica, e hoje representa um símbolo de liberdade no Brasil.
Durante muitos anos trabalhou em uma Mina de ouro que pertencia ao Major Augusto, que atribuía admiração ao rei africano. Quando enfermo, o major vendeu a mina de ouro a Chico Rei, que já estava alforriado.Uma vez nas mãos de Chico Rei, a mina passou a extrair ouro como nunca e com o que rendia Chico Rei usava para alforriar seus súditos. Os primeiros a obterem liberdade foram seus antigos subordinados Quima e Evamu.
Devoto de Santa Efigênia, ergueu uma Igreja em homenagem à Santa, localizando-a no alto de um Morro para que todos a vissem.
No dia seis de janeiro de 1747, Ouro Preto presenciou uma festa que nunca vira antes. Juntamente com seus patrícios, Chico Rei dançou o Congado em frente à capela de Nossa Senhora do Rosário. Esta dança, criada por ele, faz ainda fama pelas Minas Gerais.Entre 1700 a 1801 foram extraídos 615.000 Kg de ouro da mina, em um total de 983.000 Kg extraídos no Brasil.

...filmando a mina de Chico Rei

Imagem do Chico Rei na Mina

Imagem do Chico Rei na Mina

No interior da mina

No interior da mina

Família de um moçambique

Família de um moçambique

FESTA DE N. SRA. DO ROSÁRIO E SANTA EFIGÊNIA

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Reinado

Reinado

Ternos - Congada

Ternos - Congada

Terno de Congos

Terno de Congos

Terno de Moçambiques

Terno de Moçambiques
Atravessando a ponte de costas

Filmagem TV Conexão Camélia

Filmagem TV Conexão Camélia

Praça Tiradentes

Praça Tiradentes
Aqui, como a placa indica, a cabeça de Tiradentes ficou exposta

Mirante da UFOP

Mirante da UFOP
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Andressa - (direita) Presidenta da ACC

Não parece, essa é uma reunião da Associação

Não parece, essa é uma reunião da Associação